O vereador Luiz Macarrão (DEM), considerado um dos grandes parceiros do produtor rural no Legislativo de Caarapó – está sendo atendido com melhorias nas estradas rurais  – do aeroporto até ao Rio Piratini – na região da Fazenda Beluzzo.

Recentemente Luiz Macarrão e o prefeito André Nezzi visitaram trechos das estradas da área rural que estão sendo levantadas e encascalhadas pela prefeitura de Caarapó.  A ação é resultado de uma parceria que o vereador articulou com o proprietário da Fazenda Nossa Senhora das Graças, André Bartocci que forneceu o cascalho.

“Vale dizer que este trabalho iniciou na gestão então prefeito Mário Valério, mas o Bartoci garantiu que vai continuar a parceria  com o prefeito André Nezzi , tendo em vista a importância desta estrada para o município. Quando chovia os alunos ficavam impedidos de ir para escola, agora,  mesmo com chuva o  ônibus circula normalmente”, comemorou Macarrão.

Conforme explicou o parlamentar, nesta parceria a prefeitura fornece os maquinários e a mão de obra, e o produtor rural as pedras necessárias para recuperar o trecho até a Fazenda Beluzzo.

Macarrão argumentou que foi procurado por diversos moradores e produtores daquelas regiões, que reivindicavam o encascalhamento destes trechos.  “Fui pessoalmente verificar e constatei que as condições dessas vias tem dificultado a trafegabilidade dos veículos, principalmente agora nesse período de safra, onde a movimentação de carretas é constante e que se agrava ainda mais pela ocorrência de chuvas . Graças à parceria do André Bartocci e do ex-prefeito Mário Valério e atual prefeito André Nezzi,  estamos conseguindo atender os produtores”, comemorou Luiz Macarrão.

O vereador também cobrou a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos, para que providencie a perfuração de um poço artesiano no cemitério Municipal São João Batista, para reforçar o abastecimento de água principalmente próximos ao Dia de Finados.

Macarrão explica que existe insuficiência de fornecimento de água para  construções de túmulos e limpeza  durante o uso coletivo. “Nas semanas que antecedem o dia dos finados as pessoas que vão cemitério lavar, reformar e construir os túmulos usam uma grande quantidade de água, no entanto, apenas a água da rua não consegue atender a demanda. É comum nesse período a falta de água, o que causa transtornos principalmente às pessoas que vêm de outras localidades para visitar e fazerem as limpezas necessárias”, relatou Luiz Macarrão.