A operação iniciada na segunda-feira não tem data para acabar. (Foto: Divulgação)

Cerca de 1900 homens de várias forças de segurança sendo 780 somente da 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada participam desde segunda-feira (1) da Operação Ágata de Aço 1. A ação do Comando Militar do Oeste tem o objetivo de coibir os principais crimes transfronteiriços, como narcotráfico, contrabando e descaminho, tráfico de armas e munições, dentre outros.

A Operação que é parte do Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF), e que foi criada por decreto em novembro de 2016, acontece sob a coordenação e integração de representantes do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), da Agência Brasileira de Inteligência (ABIn); do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas; da Secretaria da Receita Federal; da Polícia Federal; da Polícia Rodoviária Federal; da Secretaria Nacional de Segurança Pública; e da Secretaria-Geral do Ministério das Relações Exteriores.

Segundo a coordenação, a Operação Ágata de Aço I visa intensificar a presença do Exército Brasileiro na faixa da fronteira oeste, na área de responsabilidade da 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada com a intensão de diminuir a presença de marginais na faixa de fronteira. A ação é desenvolvida em conjunto com as demais Forças e Órgãos de Segurança Pública e Agências federais, estaduais e municipais.

De acordo com a nota de imprensa distribuída hoje, “como nas operações que aconteceram em 2018, este ano a Operação Ágata também tem como premissa a valorização do princípio da surpresa, com o aumento do número de operações, sendo elas mais curtas e pontuais. Outro ponto a ser destacado é a intensificação das operações de inteligência, aproveitando as potencialidades do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON), aliado a execução de ações preventivas e repressivas de combate aos ilícitos transfronteiriços e incremento de meios e recursos com maior tecnologia agregada”, diz a nota.