Policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar apreenderam na tarde desta segunda-feira (8), em Campo Grande, mais de duas toneladas de maconha transportadas em uma carreta com vidros quebrados destinados a reciclagem. Cinco homens, entre os quais o motorista da carreta, foram presos em flagrante.
A apreensão e prisões ocorreram no Lava Jato Garage 77, no Bairro Estrela Dalva, após a Polícia Militar receber informação sobre uma carreta estacionada no local, onde paralelamente havia movimentação suspeita de pessoas e veículos. A Inteligência do Choque checou a situação confirmando a estranha movimentação entorno da carreta. Equipes de operações foram acionadas e já na aproximação do local que estava aberto, foi possível verificar a existência de caixas e sacos com tabletes de maconha.
Ao notarem a chegada da equipe policial, alguns indivíduos tentaram fugir pulando muro, mas o cerco não deixou ninguém escapar, sendo apanhados Mayckon Vinicius e Henrique. Em seguida foi preso Wesley que estava saindo do local enquanto Elismar e Ivan eram presos no lava-jato.
A carreta estava estacionada de ré, carregada com vidro triturado para reciclagem. Entre a carga, foram constatadas embalagens contendo maconha, enquanto a maior parte das caixas e sacos com a droga já estavam no chão ao lado do veículo.
No local as equipes do Choque também encontraram duas chaves de veículos, que após verificação, constatou-se que pertenciam a veículos estacionados nas proximidades. Em buscas, foi constatado que no porta-malas do Polo propriedade de Maycon e no porta-malas do Voyage de Wesley, est5avam dois fardos de maconha em cada carro.
Questionado, Elismar relatou ser o responsável pela carreta, dizendo ter recebido já carregada anteriormente deixando com pessoa que alega não saber quem foi e que a pegaria de volta nesta segunda-feira quando receberia R$ 7 mil pelo transporte.Após pesagem final, foram totalizados 459 fardos de maconha, perfazendo 2.381 quilos da droga. A maconha, carreta e demais veículos apreendidos foram entregues na DENAR e os presos na DEPAC-Cepol.