
Apontado como mandante da morte do jornalista paraguaio do ABC Color, Pablo Medina, e outros tantos homicídios e chacinas ocorridos na fronteira, passou a ser temido pela população e procurado pelas polícias americanas, paraguaias e brasileiras. Monitorado pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, Neneco acabou preso em Dourados, onde estava escondido.
O preso foi apontado como suspeito de ser mandante do atentato que matou três pessoas há quase duas semanas entre o município paraguaio Ypejhú e Paranhos, a 469 quilômetros de Campo Grande. Um carro foi alvejado com 36 tiros, por ocupantes de uma caminhonete Nissan Frontier. Morreram Gregorio López Salinas, 37 anos, que era marido da vereadora do Paraguai, Elisa Lomaquis; além de uma mulher e sua filha que passavam pelo local. (Com Informações do Notícias MS)