Por determinação do juiz Eguiliell Ricardo da Silva, da 3ª Vara Criminal de Dourados, o empresário Rodinei Alves dos Santos de 41 anos, que tinha sido preso pelo Setor de Investigações Gerais (SIG) na quinta-feira (8) suspeito de envolvimento no assassinato do sócio dele, Junior da Silva Bonato de 41 anos, o Juninho, foi solto no final de semana.
O magistrado entendeu não haver motivos para que Rodinei continuasse preso sob a suspeito do assassinato do sócio, morto com mais de 10 tiros na noite de quarta-feira (7) na empresa dos dois no bairro Altos do Jaguapiru, na saída para Itaporã em Dourados.
Acusado de ser o mandante do crime e por crime processual, Rodinei nega o crime e disse que destruiu o aparelho celular dele, pois haviam ligações comprometedoras de cunho pessoal e familiar.
Na noite do crime, ele tinha falado ao delegado Erasmo Cubas do SIG, Setor de Investigações Gerais, que o aparelho tinha sido levado pelo pistoleiro, mas depois admitiu que tinha destruído o celular que foi jogado por uma parente dele na rodovia que dá acesso ao Distrito Industrial. O que restou do aparelho foi encontrado e apreendido e vai passar por perícia.
A prisão preventiva solicitada por Cubas foi negada pelo juiz e Rodinei colocado em liberdade na noite de sexta-feira (9). O caso é envolto em muitos mistérios e tanto Juninho como Rodinei já tinham cumprido pena por tráfico de drogas. O pistoleiro ainda não foi localizado e a execução continua sendo investigada pelo SIG.
