
Os vereadores Idenor Machado (PSDB) e Pedro Pepa (DEM) tiveram seus pedidos de prisões negados nesta terça-feira (17), pelo juiz Luiz Alberto de Moura Filho, da 1ª Vara Criminal de Dourados. Os dois que ao lado do vereador Ramão Cirilo (MDB), foram presos na Operação Cifra Negra, que investiga esquema de corrupção na Casa Câmara de Dourados, tiveram os pedidos de prisão solicitados pelo promotor Etéocles Brito de Mendonça Dias Júnior.
Etéocles entendeu que ao participarem de um jantar com o governador Reinaldo Azambuja e outras autoridades no mês passado, os dois teriam descumprido a medida cautelar imposta pelo Tribunal de Justiça no habeas corpus que garantiu o retorno de deles aos mandados em outubro.
A cautelar impede que eles participem de qualquer atividade juntos, a não ser as sessões da Câmara de Vereadores e aos atos oficiais convocados por aquele legislativo.
Para embasar a negativa de prisão o juiz Luiz Alberto, alegou que os dois estavam na reunião/jantar em cumprimento ao mandato legislativo não configurando o descumprimento da medida cautelar que autorizou a volta deles aos seus cargos.
Ramão Cirilo não participou do jantar que foi oferecido durante a instalação do Gabinete do Governador em Dourados durante três dias no final do mês passado.