Programas sociais do Governo de MS são destaques nacionais

Reinaldo Azambuja diz que atender as famílias é ter um olhar especial às pessoas

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O Governo de Mato Grosso do Sul tem se destacado pela consistência dos programas sociais implementados nos últimos anos. Entre os atendimentos às famílias carentes, estão o cartão social, pagamento da conta de energia elétrica e até carteira de habilitação gratuita

“Ter um olhar especial às pessoas e estender a mão a quem precisa”. Assim o governador Reinaldo Azambuja define a área de Assistência Social em suas duas gestões à frente do Executivo. “Temos os maiores programas sociais do Brasil, não tem nenhum estado brasileiro que possui programas como os nossos, que se tornam complemento de renda para ajudar a quem precisa. Não podemos ter apenas obras, mas também este cuidado com a população”, descreveu o governador.

Entre os programas está o “Mais Social” que atende 100 mil famílias no Estado, por meio de um cartão social, no valor de R$ 300,00 por mês. “Nós decidimos conceder o cartão, porque assim a família escolhe o que precisa comprar no supermercado. Além disto fomenta o comércio local”, explicou.

Outro destaque é o “Energia Social: Conta de Luz Zero”, em que o Governo paga a conta de energia elétrica de 162 mil famílias, que consomem até 220kw/h por mês. Elas ainda precisam dispor de inscrição ativa no CadÚnico e na Tarifa Social, do Governo Federal. Este custo mensal é estimado em R$ 12 milhões. “São recursos que a pessoa vai economizar, para poder fazer compra no mercado ou até pagar outra conta”, disse o governador.

O Governo também criou o “CNH MS Social” que arca com todos os custos para o beneficiário ter acesso a sua primeira carteira de habilitação, desde as aulas teóricas e práticas na autoescola, até as provas e exames no Detran-MS. São contemplados cinco mil pessoas por ano.

“Só tivemos capacidade de criar os programas sociais, assim como investir no Estado porque fizemos nosso dever de casa, enfrentando pautas difíceis e medidas impopulares, para não deixar o Estado quebrar”, descreveu Reinaldo Azambuja.