Pandemia da Covid-19 fortaleceu ainda mais a responsabilidade social da UNIGRAN, que já é referência nacional para o setor. (Foto: Divulgação)

Durante uma ação social realizada na manhã desta quarta-feira (6), a UNIGRAN fez a doação de 300 máscaras de tecido para a população se proteger contra a Covid-19, conforme orientam os órgãos de saúde. A ação iniciou no Terminal de Transbordo e terminou na Praça Antônio João, quando receberam as máscaras principalmente as pessoas que se enquadram no grupo de risco da pandemia, como os idosos.

Esta é mais uma ação voluntária da Instituição para contribuir com a comunidade douradense durante a pandemia no novo Coronavírus. Além das máscaras de tecido, a UNIGRAN também está produzindo e doando mais de mil protetores faciais do tipo ‘face shield’ para os profissionais da saúde, que protege o rosto e colo durante o atendimento aos pacientes. Além de ser caro, o equipamento está em falta no mercado.

Na mesma manhã, a Aceleradora doou 40 protetores faciais para os profissionais de saúde do Hospital da Vida, que vão atuar na linha de frente contra a Covid-19. Desde o início do projeto, já foram doadas 30 unidades para o HU – Hospital Universitário, 10 para o hospital indígena Porta da Esperança, mantido pela Missão Evangélica Caiuá, 10 unidades para a equipe multidisciplinar de saúde da Agepen que atua na PED – Penitenciária Estadual de Dourados, 100 para a Delegacia Regional da Polícia Civil e 100 unidades para o Corpo de Bombeiros.

Cecília Tânia Grinberg Zauith, presidente da Mantenedora da UNIGRAN, explicou sobre a iniciativa. “Nesse momento difícil que o mundo está passando, pensamos em como a UNIGRAN poderia ajudar os hospitais e os profissionais de saúde, que enfrentam tantas dificuldades e principalmente com o déficit de materiais e equipamentos. A partir de então encomendamos as máscaras de tecido e depois acionamos a Inova UNIGRAN, que sugeriu a fabricação dos protetores faciais e desenvolveu o primeiro protótipo. Apesar do acetato ser caro e estar em falta no país, conseguimos comprá-lo e, para atender a demanda, também adquirimos mais uma impressora 3D. Acreditamos que se cada um fizer a sua parte, conseguiremos superar essa pandemia sem grandes prejuízos à saúde da população”, falou.

O protetor facial atende as normas da Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária e também foi validado por uma equipe multiprofissional da saúde. A impressão 3D produz o encaixe na cabeça e a viseira é feita de acetato, que é um material transparente.

A Aceleradora também está desenvolvendo um protótipo de um respirador para ser doado aos hospitais de Dourados e região. O equipamento também está sendo produzido utilizando a tecnologia 3D e ainda com arduíno, que é uma placa de prototipagem eletrônica de código aberto e computação.

A previsão é que o protótipo seja o mais acessível no Brasil, se comparado com o custo da produção de outros modelos que estão sendo desenvolvidos em outras universidades brasileiras.